quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Veuve Clicquot,La Table, Torre Eiffel e Diversão

Chegou o que pra mim foi o dia mais maluco de toda a viagem. Maluco porque foi repleta de fases, da mais bagaceira a mais phyna, se é que vocês em entendem. E as fases foram se alternando...Querem ver?
Phyna:

Começamos o dia nos dirigindo à Veuve Clicquot, onde tínhamos hora marcada para uma visita, onde a recepcionista nos contaria toda a história da casa, nos mostraria as famosas crateras, ou caves, onde as champanhotas ficam repousando antes de irem parar nas lojas e restaurantes chiques do mundo e também de como é feita de fato a bebida. Tudo em francês! Eu seria a responsável por traduzir tudo depois... E a visita seria seguida de uma degustação. OOOOOObaaaaa!

Vejam as fotos das crateras subterrâneas,a segunda é logo na entrada e a primeira, que é uma escada, é referente às safras excepcionais:



Nesta visita o legal é que tinha marcado de encontrar lá uma das minhas melhooooores amigas que estava de passeio pela Europa, a Beth! Ela foi com o marido Alexandre e mais alguns primos da familia dele que moram em Amsterdam, então foi uma brasileirada só! Acabou a visita, fomos para um salão todo em tons de laranja e rosa, embora super clean, chique, uma cooooousa. Lá fizemos a nossa degustação. E depois de umas Veuves todo mundo vai ficando rhycoooo, néam? Daí que foi um tal de fazer brindes e comprar champagnes vintage e baldes e taças, etc, etc, etc...Um perigo!




Depois de tanta champagne, só mais um pouco néam? Então a gente foi almoçar numa brasserie chamada Le Jardin, num Château chamado Les Crayères, chef 2 estrelas no Michelin. Super recomendo, o lugar era lindo e o nome fazia jus pois o jardim era increeeeevel!
O restaurante em si era também incrível, sofisticado, moderno e super concorrido! Mas esperava mais da comida. Tudo dem que eu pedi Tête de Veau, o que literalmente significa cabeça de vitelo! De entrada lá fui eu na terrine (só peço isso, viciei!) que não estava das dez mais e de principal fui na tête, que é na verdade a bochecha do vitelo, e tinha mais ou menos a consistência de um chouriço leve e macio, só que veio como se fosse um ensopado e eu detesto ensopadinhos com todas as minhas forças. Mas era comível e como eu queria experimentar mesmo, taí a foto:

Mas olha como era lindo o lugar e vê se não vale a pena ir:


Bagaceira:
Daí começa a nossa segunda fase. Sai do restaurante. Inventa de continuar de carro até Epernay pra tentar conhecer mais alguma cave. Chove. Se perde. Descobre que pela hora é melhor ir direto pra estação de trem. Descobre também que esqueceu três garrafas de vinho que comprou em Saint Emilion. Volta pro hotel. Procura. Não acha. Acusações mútuas. Volta pro carro. Corre pra estação. Vai entregar o carro. Quase não dá tempo. Corre com todos os pertences (que vão ficando cada vez maiores ao decorrer da viagem) igual à uma louca e se joga no trem!

Phyna:
Estamos de novo em Paris. Aaaaaaahhhhh. Hotel, descansa e ao mesmo tempo arruma tooodas as malas que amanhã estaremos voltando para o Brasil. Meu irmão chega pra me visitar, oooobaaaaa! Com uma garrafa de champagne e caixas de chocolate, Cacá eu te amo!


Phyníssima:
Vamos para o La Table do Joel Robouchon, onde reservamos mesa para 7! Jantar de reis!
Começamos com um amuse bouche de fois gras e parmesão. Já tinha comido antes no mesmo restaurante e sempre adorei este presentinho:


De entrada, pedi homard, a lagosta da bretanha, uma maravilha:


Nosso amigo do lado pediu um ovo, não um simplezinho, mas um poché com caviar, olha que lindo:


Como prato principal, pedi um duo de pato,metade magret e metade fois gras. Aliás a gente pedia tanto pato nesta viagem que uma vez o garçon me perguntou se no Brasil não tinha pato! ;-0


E de sobremesa, ai, pedi uma torta de chocolate que tinha também por dentro uma fina camada de caramelo. A torta era grande e dividi com meu irmão e mais alguém, mas me arrependi de dividir, comeria sozinha, foi a melhor sobremesa de toooodas da viagem:


E minha cunhada pediu profiteroles, que vinham sob uma espera de chocolate dourada que derretia quando o garçon derramava leeetros de chocolate quente por cima. Shorey de emoção!


E depois cafézinhos e chocolatinhos pra todo mundo...

Phyna ou Bagaceira? Você decide!
Tipo tá todo mundo cansado néam? Não! Vai todo mundo pro hotel. Eu, numa cara-de-pau maravilhosa, peço para o recepcionista do nosso hotel se eu poderia levar não uma, mas várias taças de champagne emprestadas. O maluco deixa. Pegamos nossas garrafas de Veuve e vamos todos para a Torre Eiffel. A meta era brindar lá a viagem e esperar a torre piscar.De hora em hora ela pisca por 10 minutos mas é claro que vocês já sabem disso! E todo mundo brinda!E ela brilha!




Bagaceira total:
E a torre apagou porque já passa de 1 hora da manhã. Mas não, a gente ainda não tá satisfeito porque a gente é brasileiro e não desiste nunca. E vai todo mundo andando, eu de salto alto (porque uma phyna não desce do salto jamays), carregando as taças (uma se quebrou lá mesmo na torre)até o café mais próximo, o Café Kleber, na Avenue Kleber. E a foto seguinte já mostra o estado das pessoas (que aliás só sairam de lá depois que o café fechou):

E assim termina o dia mais comprido e mais divertido de todos. Até amanhã...

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